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A evolução do tratamento endodôntico pode ser observada com o surgimento de novas tecnologias, entre as quais localizadores apicais eletrônicos, ultrasom, instrumentos rotatórios, uso de microscópio clínico e o RX digital, que possibilitam a realização de uma endodontia segura e rápida, com resultados mais previsíveis do que os alcançados alguns anos atrás.

A instrumentação endodôntica também sofreu modificações substanciais. A chegada de limas confeccionadas em liga de níquel-titânio promoveu uma nova era na instrumentação endodôntica, permitindo que esta possa ser realizada com sistemas rotatórios, que promovem uma melhor padronização no preparo dos canais e, quando associados a técnicas de obturação termoplastificadas, fazem com que o tratamento possa ser realizado de forma bastante rápida, reduzindo consideravelmente sua duração.

No tocante aos materiais endodônticos, a grande novidade foi a sugestão do uso do MTA (agregado de tri-óxido mineral), comprovadamente benéfico e efetivo no selamento das perfurações (trepanações) e no selamento apical imediato de dentes com rizogênese incompleta (apicificação).
Paralelamente, à incorporação de todas estas inovações tecnológicas, outro fator importante é a qualificação mais consistente do Endodontista.